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sábado, 15 de abril de 2017

A educação como práxis revolucionária


Quando iniciei a lecionar sempre me preocupei no final de carreira “ser um professor careta”, avesso às mudanças pedagógicas. Hoje perto da aposentadoria e vendo professores jovens  inertes as transformações dentro da escola me sinto  um garoto na postura de educador.
É mais cômodo ficar na zona de acomodação.  No passado a desculpa era o salário [realidade], hoje, não percebemos, ou não queremos o ideal de ser-educador na práxis pedagógica, no entanto, a vida do professor tem melhorado nesses últimos anos pela luta da categoria. A letargia do professor na escola é por falta de motivação interior. Sempre negativo as inovações, chegando ao ponto de atrapalhar o PPP da escola. Não são apenas os mais velhos em fase de aposentadoria, até os mais jovens que começaram a ensinar nesses dias não tem mais tesão pela educação.  Nesse cenário de desesperança quem perde são os alunos, a escola e a própria sociedade.
No meu caso a idade não impediu de acreditar que a educação é um caminho seguro para transformações sustentáveis e seguras na sociedade.  Optei como bandeira de luta a educação. No passado as ideologias me fascinaram, marxismo, marxismo-leninismo, trotskismo, ideias esparsas de Gramsci e tantos outros. Nenhum deles me satisfez minha ânsia de curiosidades. Somente a educação preencheu meu vazio  histórico.
Esse desejo de querer mudar as coisas em tempo recorde faz parte do meu  EU psicológico. Vislumbro a escola como um espaço que bem trabalhado pode trazer resultados positivos para a sociedade.  Por isso aposto de corpo e alma na escola na qual dirijo. Vale ressaltar que uma andorinha só não faz verão. É preciso trazer a equipe para o Projeto Político Pedagógico da escola Carlota Tavares de Holanda. Não é fácil conseguir, mas vale a pena tentar. Os que vestirem a camisa da educação e forem para o campo é uma conquista,  essa postura de mudança estimula os que ficam olhando de camarote.  Cada pessoa tem uma maneira diferente de caminhar, o importante é não deixar as pessoas paradas, pois, corre o risco de criar raízes e isso não é bom para a educação.
Os desafios hoje na escola são tantos que às vezes duvidamos da nossa capacidade de gerir [pais omissos, alunos desestimulados, recursos financeiros não suficientes, entraves burocráticos dos recursos financeiros, insensatez dos políticos diante da educação...]. Não é fácil para quem quer trabalhar na escola, cruzar os braços e deixarem as coisas acontecerem é cômodo, porém, meter a mão na massa é para poucos, os corajosos, sonhadores e educadores...

Os que pretendem vir para a educação sejam bem vindos, mas fique ciente que lecionar não é tarefa fácil. Principalmente hoje, os alunos não querem perceber que os estudos é a única ferramenta de ascensão social para as classes pobres desse Brasil. Quem conseguiu ascender socialmente na cidade de Icapuí foi através dos estudos.  Não existe vara de condão e não vivemos em estórias de contos de fadas. Vivemos numa realidade nua e crua, vale quem tem, e só pode TER quem almeja os estudos como trampolim para um futuro-promissor.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Por uma educação de qualidade na cidade de Icapuí

Acredito na educação como o caminho a ser seguido. Nesses vários anos labutando na educação aprendi muito a vê-la com outros olhos, no caso, os de educador. A cidade de Icapuí sempre foi um grande laboratório de experiências pedagógicas por parte daqueles que chegaram à cidade no propósito de FAZER diferente. Não é à toa que Icapuí foi premiada tantas vezes, e durante muito tempo vitrine para outras praças do Brasil afora. Em alguns momentos muita maquiagem para mostrar resultados não consistentes com a realidade. Hoje com todas informações estampadas nas redes sociais não enganam mais os menos esclarecidos, pois os pais percebem o nível escolar de seus filhos. Uma simples conta de multiplicar, somar, dividir e porcentagem, os alunos não sabem fazer. Recorrem ao celular [calculadora], coisa que os mais velhos fazem de cabeça num piscar de olhos. A leitura e a escrita não dominam, e a interpretação do texto nem pensar: “dói à cabeça”. Na atual conjuntura educacional de Icapuí vejo certo descaso com a educação de qualidade, e o momento requer uma reflexão profunda. Quebrar paradigmas montados nesses vários anos de gestão do PT. Apostar no novo, sacudir a árvore do conhecimento com força para acordar aqueles que se acomodaram e deixaram de acreditar na educação. Não são salutares ideias do tipo: “o professor finge que ensina e o aluno finge que aprende”. É inconcebível em pleno século XXI um celular fazer mais sucesso do que uma escola, onde o futuro é certo. Infelizmente, tais fatos acontecem no Brasil. A escola pública não aprendeu ainda a con-viver com essas novidades tecnológicas. Os gestores das escolas necessitam de novas releituras, de informações tecnológicas, de habilidades de superar conflitos, de ser capaz de saber lidar com o diferente, estar antenado com os projetos inovadores de outras escolas, saber ouvir, incentivar os professores a vestirem a camisa da educação. Reinventar a educação de Icapuí, já que a atual maneira de VER a educação caducou. “A sorte foi lançada”, cabe agora aos novos gestores correrem atrás do tempo perdido. Necessitamos de mais educadores nas escolas. Professores temos de ‘ruma’. Existe uma diferença epistemológica entre educador e professor; muitos são os conceitos, seja pedagógico, filosófico, sociológico, enfim, cada educador define como lhe convém. Aqui não vou usar conceitos, mas imagens para que o leitor perceba a profundidade da diferença. O educador comparo a um jardineiro zeloso de tulipas [Tulipa teve o seu nome originado da palavra turco-otomana “Tulbend”, que significa “turbante”, adereço usado pelos homens turcos, por ter sua forma muito semelhante ao turbante]. Eles cuidam com amor da sua estufa e fazem tudo para que suas tulipas sejam as mais belas, os holandeses são mestres no cultivo de tulipas. O professor é um profissional, cuida também. A imagem que vislumbro é a de um podador de árvores. Os mais caprichosos podam, dando forma “geométrica” à árvore. E tem também os mais sublimes, ou seja, os educadores-professores. Saindo do romantismo para a realidade. Hoje a internet amenizou o trabalho dos professores. Os sites educacionais são de uma riqueza incomensurável. Na atual conjuntura tecnológica os professores que não dominam as ferramentas tecnológicas caducaram, necessitam de imediato de uma capacitação. “Trocava toda minha tecnologia por uma tarde com Sócrates” – Steve Jobs. Concordo; no entanto, o bom uso da internet é salutar, principalmente para a educação. Professor e diretor (agora, retorno a escola Carlota de Holanda, como diz o ditado popular: “ o bom filho a casa torna”).

sábado, 7 de janeiro de 2017

Repensando a educação com os pés no chão

No momento estou lendo o livro, “Repensar a educação”, da educadora sueca Inger Enkvist. O livro coaduna com minha visão de educação no momento que atravessa a educação brasileira. As argumentações da educadora se referem à educação dos países europeus, pensei que essa problemática educacional fosse específica do Brasil e no caso não é, é uma onda avassaladora que destrói os pilares de uma educação séria e comprometida. A educadora faz uma crítica contundente em relação à “escola abrangente”. A nossa educação de certo tempo para cá vive de modismos pedagógicos. Os alunos têm sido cobaias de várias propostas educacionais. Usarei a terminologia da educadora Inger para explicar essas correntes “maléficas”, em certas posturas: a psicopedagogia, o pedagogismo, a sociologia da educação e o igualitarismo escolar, dentro do contexto da educação brasileira. As melhores escolas eram reservadas aos filhos da classe dominante, aos filhos dos trabalhadores a enxada, o voto de cabresto e a miséria. A educação universal é coisa bem recente e o acesso as Universidades, mais ainda. Vale salientar que essas conquistas chegaram ao povo através de lutas de muitos educadores comprometidos com a educação. Até hoje as elites tem medo de uma educação de qualidade, que leve os alunos a refletirem, adquirir consciência política. A sociologia da educação se expandiu no Brasil, a escola passou a ser vista como um mecanismo ideológico, que tinha como função domesticar os alunos para o Capital. Dentro dessa perspectiva o aluno passa a ser o “coitadinho”, não aprende pelas mazelas do sistema capitalista. O foco agora não é mais a aprendizagem, mas o aluno no seu contexto social. A exigência do aprender é trocado pelos problemas do aluno. Os “bons alunos” são esquecidos, a disciplina é relaxada e o professor deixa de ser um educador para se tornar um sociólogo. Hoje um dos grandes males da educação é a indisciplina, o professor passa a maior parte do tempo pedindo ‘silêncio’, quem perde com essa baderna em sala de aula são os alunos que querem aprender. O igualitarismo entre os alunos é uma prática do dia a dia escolar. Os alunos são colocados em sala pela faixa etária, não importando a bagagem de conhecimentos trazidos pelos alunos. Um balaio de gatos no mesmo saco. Nesse caso os alunos serão nivelados por baixo, os bons alunos vão ter que esperar os alunos com dificuldades. Numa sala de aula com essa maneira de lidar à aprendizagem é muito ruim, pois deixa parte dos alunos ociosos. O mais sensato seria formar as turmas através da bagagem intelectual de cada um, para isso seria feito uma provinha para saber o nível mental de cada aluno. Nessa corrente de pensamento o social é mais importante do que o intelectual. A psicopedagogia e o construtivismo diz que o aluno não pode aprender a partir de fora, mas a aprendizagem parte do próprio aluno. Dentro dessa perspectiva o professor deixa de ser o protagonista da aprendizagem e passa a ser o “facilitador” da aprendizagem. A aprendizagem no construtivismo se dar pelo “aprender fazendo”, o aluno aprende brincando. “O construtivismo acredita que a criança não aprende bem estudando livros e escutando a professora. Insiste que a aprendizagem é uma atividade livre e que se o aluno não manipula pessoalmente o material não pode aprender”. A criança possui dentro de si todas as habilidades necessárias, basta deixar à criança a vontade que ela aprenderá sozinha. O pedagogismo é uma mistura da sociologia da educação com o construtivismo. Nessa pedagogia a autonomia do aluno é absoluta. O aluno é o senhor da sua própria aprendizagem. O professor se torna um mero fantoche na sala de aula. Diante do fracasso dos alunos a culpa é do sistema que maltratou os alunos. Então, vale tudo para agradar os alunos com notas baixas, empurrar os alunos para série seguinte sem os conhecimentos básicos da série na qual cursou. A indisciplina é vista como revolta dos alunos contra a sociedade que os maltratou. O professor pode ser “ameaçado”, o patrimônio escolar pode ser quebrado, tudo é justificado, o aluno é vítima do sistema vigente. Diante desse modismo pedagógico os resultados educacionais no Brasil só têm piorado. A cada dia os professores deixam as salas de aula doentes: das cordas vocais, depressão, síndrome do pânico, ansiedade... A indisciplina reina dentro da sala. Os alunos desmotivados, alienados, evasão de alunos e o total desconhecimento das questões políticas na qual o país enfrenta. As drogas presentes no dia a dia em muitas escolas pelo Brasil afora. Os educadores precisam resgatar urgentemente o lugar que cabe ao professor. Devolver aos mestres a autoridade que lhe foi tirada pelos modismos pedagógicos. Não defendo aqui a volta da palmatória, mas o respeito pelos educadores. Aproveitar aquilo que a educação tradicional tem de bom e retirar dessas correntes pedagógicas as ideias que ajudaram na aprendizagem. O que não pode é continuar o aluno fingindo que aprende e o professor fingindo que ensina. "Em nenhuma ocasião histórica sobreviveu um grupo que não tenha sido capaz de formar a geração que lhe sucedia. Mas será que as novas gerações estão sendo formadas'? Ou estariam elas em nome de uma pretensa "liberdade" plena, sendo deformadas”?

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A pureza das crianças é contagiante no Natal


A pureza de uma criança é a expressão máxima da ética humana. Depois que crescem[alguns] se transformam em monstros, literalmente. A história estar recheada desses personagens do mal que um dia foram crianças boas e no poder se transformaram em ditadores, assassinos, genocidas, ladrões e bandidos.
As crianças são movidas apenas pelos Instintos Humanos Naturais impressas nos seus genes, suscetíveis ao longo do tempo as mudanças do meio social na qual vivem.
Meu filho, Benjamim Silva Pinto, acredita em papai Noel e eu também acreditava.  Ben dorme cedo na véspera de Natal e promete se comportar para receber a visita do papai Noel.  A inocência das crianças é muito contagiante e animadora, nos faz acreditar na ‘esperança’ por dias melhores.
Os povos indígenas também desfrutam dessa “pureza” no convívio à natureza. A ganância, a sede pelo poder não existe entre eles. Os mais velhos decidem os destinos da tribo sabiamente, sem subterfúgios, tão comum no convívio dos ditos “povos civilizados”(?). Os velhos na sociedade capitalista são lixo descartável. A experiência de vida não é levada em conta.
Então, é de se perguntar: Por que os humanos se transformam em criaturas tão cruéis?
Desde o primeiro momento que os homens cercaram seu espaço com uma cerca começou a divisão entre os clãs. A harmonia entre as tribos acabou, as guerras começaram, e os vencidos se tornaram escravos dos vencedores. A divisão de classe desde os mais remotos tempos existe na face da terra. Os que possuem a riqueza[domina e explora], e os que possuem apenas a força de trabalho[vende], seja intelectual, ou manual.
Nos dias atuais as crianças na mais tenra idade vão perdendo a sua inocência. Desde cedo as crianças são expostas aos meios televisivos, sem acompanhamento dos pais e sem censura prévia. As crianças vão assimilando os malefícios da “sociedade de consumo”. A violência é constante dentro de casa e fora de casa. As novelas globais na Tevê incitam as crianças a não respeitarem seus pais e mestres. As propagandas televisivas apelam para o consumo desenfreado, principalmente nas datas comemorativas. O natal perdeu o sentido de ser, no momento que antecede o natal o lema é consumir. “Comer, comer, come, comer é o melhor para poder crescer obesa”.

No entanto, a pureza não morreu nos corações das crianças, apesar de tantas atrocidades muitos Benjamins ainda acreditam no papai Noel. E pela delicadeza de esperar o papai Noel nos faz PENSAR na vida, entender que o poder terreno é efêmero. Feliz natal da inocência das crianças, que nunca morra nos seus corações a figura do papai Noel de bondade. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O carro chefe dessa nova gestão (sugestão) – turismo sustentável





O mote dessa nova administração de Icapuí deveria ser na ‘minha opinião’ o turismo sustentável. A ideia de trazer indústrias para Icapuí é coisa do passado. O grande lance hoje é investir no turismo. A natureza foi primorosa com a cidade de Icapuí. Indústrias são poluentes e além disso a cidade de Icapuí não tem uma estrutura física para captar essas empresas para o nosso solo. Todos os esforços devem ser focados para o turismo, pois a cadeia turística gera empregos.
Muitas cidades da Europa baniram do seu espaço indústrias e apostaram no turismo. A “Cidade da Luz” (Paris), La Ville Lumière, é um exemplo dessa aposta que deu muito certo.
A cidade de Icapuí desde já tem que se preparar para esse desafio. Todos os seguimentos administrativos têm que ter em mente essa ideia. O principal tutor dessa ideia é o gestor da pasta do turismo, por isso, exige habilidade para negociar com os órgãos competentes, seja público e privado. A gestão na sua totalidade deve incutir nos cidadãos de Icapuí a importância do turismo para a cidade.
A Secretaria de Educação deve propagar nas escolas os conhecimentos da área turística, dentro da grade curricular uma disciplina voltada para o turismo.   Capacitar os alunos para serem agentes turísticos nas suas comunidades, conhecimentos de uma língua estrangeira, relações humanas e a história da cidade. A melhor propaganda para o incremento do turismo é o próprio turista, satisfeito com a acolhida retorna e divulga nas suas andanças. A escola profissionalizante que em breve entrará em operacionalidade, deve priorizar cursos na área de turismo.
A Secretaria de Turismo deve correr atrás de recursos para criar uma infraestrutura no Município de Icapuí. Os acessos as praias estão em péssimas condições, buracos e pouca iluminação. Construir na cidade uma avenida beira mar: creche Ângela Góis – casa grande, frigorífico de Demétrio – casa grande, casa grande – João Velho, João Velho – Barreiras. Calçamento de boa qualidade (paralelepípedos) e iluminação. A partir do momento que criar um espaço dessa magnitude, as pessoas irão implantar barracas, pousadas e restaurantes à beira mar. É um espaço para as pessoas caminharem com segurança na brisa do mar. 
Os acidentes acontecem, o hospital precisa urgentemente se equipar com equipamentos que possam receber a população local e os turistas com atendimento de qualidade. Atendimentos paliativos por falta de remédios e equipamentos tecnológicos compromete a integridade física das pessoas. A cidade possui bons profissionais na área da saúde, o que falta são meios acessíveis para que possam desempenhar seus trabalhos com eficiência.
Dentro dessa perspectiva turística a Secretaria de Obras tem um papel fundamental nessa empreitada, garantir bons serviços à população e aos que visitam Icapuí. Um buraco na estrada a céu aberto que passa anos sem uma solução e no “inverno” se torna um piscinão não agrada a ninguém. Na cidade existem vários piscinões históricos, na Rua do Fórum, Vila Nova, na Rua Engenheiro Francisco de Assis, esse piscinão existe desde que cheguei a Icapuí, a 30 anos atrás.
Nessa nova gestão alguns setores precisam ser reorganizados, no caso do SAEE, garantir que a água tenha boa qualidade. Em vários pontos temos água de boa qualidade, no caso, água do pé da Serra de Mutamba, e vários poços da PETROBRAS que abriu e lacrou. O saneamento básico escavacou a cidade toda e no momento parada. Precisa urgentemente finalizar essa obra de suma importância para Icapuí. Ao lado da creche Ângela de Góis se encontra uma vala fétida, a céu aberto. Bem perto crianças suscetíveis as doenças por conta dessa vala que foi aberta e até hoje se encontra sem uma solução. O “inverno” se aproxima e a dengue mata.
A cidade precisa resgatar suas belezas naturais, no caso o replantio dos coqueiros que tombaram pela idade. No passado o cartão postal da cidade eram os coqueirais, os visitantes se encantavam. Há relatos de viajantes do século XIX que se encantaram pelos coqueiros de Icapuí e levaram consigo essa imagem para suas paragens. 
A Segurança é de suma importância, nos dias atuais os turistas estão procurando cidades bonitas e seguras.  A Guarda Municipal vai proporcionar mais segurança aos visitantes e a população, pois vai coibir os apressadinhos do volante. A polícia militar também tem um papel importante nesse projeto da cidade de Icapuí, merecem um melhor acolhimento por parte dos órgãos competentes.
A cidade de Icapuí tem tudo para ser a princesa do litoral leste, basta investir nesses detalhes que citei acima. Os políticos pensarem mais na cidade e no bem-estar do seu povo. Aos futuros gestores um conselho, vamos juntos arregaçar as mangas e trabalhar em prol da cidade, assumir o compromisso de pensar menos no individual e mais no coletivo.






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