Na cidade de Icapuí vivenciamos um dilema em relação aos Precatórios: paga ou não paga aos professores? Se fosse num país civilizado, o dinheiro já estaria na conta dos professores. No processo é bem claro, dinheiro do FUNDEF, hoje FUNDEB. Infelizmente, os professores só são reconhecidos em época de eleição. As promessas de campanhas voltadas para educação enchem os olhos dos cidadãos menos avisados, pois depois de eleitos as promessas se esvaem no ar e a esperança do eleitor murcha na primeira campanha salarial. Uma coisa é certa, gestores do erário público não tem interesse pela educação e o motivo é óbvio, cidadãos conscientes incomoda o governo. A corrupção no Brasil é epidêmica e histórica, não é interessante “intrometidos” no processo político. Os aduladores dos gestores estufam o peito dizendo que esses precatórios não são dos professores, que os mesmos não merecem receber, os professores são gananciosos, não pensam na educação... O que se percebe nos falatórios é muito preconceito, professores não merecem receber essa vultosa quantia, o que fizeram para merecer? Os oprimidos da sociedade capitalista assimilaram a ideologia dominante e não percebem que a educação é tudo numa sociedade que se preza pela igualdade, liberdade e fraternidade. Os professores têm vivido a cultura do coitadismo, se submetem a propostas indecentes, no caso, os 25% dos 60% oferecidos pela PMI – sindicato ( no caso do sindicato não entendo essa insistência de amarrar na proposta da PMI), porque não valorizam a si mesmos, nem a sua profissão. O educador não nasceu para ser galinha, mas águia, apesar de muitos adorarem serem tratados como coitadinhos da sociedade. O educador que se preza tem que andar de cabeça erguida, consciente de seus direitos e deveres e nunca temerem as forças contrárias que a todo custo quer destruir a educação que conscientiza os mais pobres. A PMI já faz uso de 40%, algo em torno de oito milhões, aproximadamente. Uma cidade pequena como Icapuí, uma quantia dessas dar para arrumar a cidade a contento. Agora querer pegar mais dinheiro dos 60% vorazmente tem causado impasses entre as partes. Em minha opinião para evitar esse impasse dividir ao meio o valor total dos precatórios (50% / 50%). Uma ressalva no acordo, que os 50% da PMI seja gasto com educação. Desconheço dinheiro do SUS indo para a educação. Num ano eleitoral é muita falta de habilidade o gestor brigar com os professores, pois sabemos que professor é um formador de opinião. Por outro lado, qual a cara do gestor entrar numa casa para pedir votos para seu sucessor? A greve é uma decisão extrema, quando se parte para uma greve é porque as conversas se esgotaram sem resultados concretos. Greve quem mais perde são os professores, porque vão ter que prorrogar suas férias. Os alunos não perdem, pois, os 200 dias letivos é uma garantia legal (LDB), o professor tem por obrigação cumprir essa carga horária. O que se espera é menos radicalidade entre os envolvidos, desapartar da “briga” política partidária, se for o caso; e lembrar que numa negociação ambas as partes sairão perdendo. O dinheiro dos precatórios investido na economia de Icapuí vai dar fôlego ao comércio local que anda mal das pernas por conta da crise econômica que assola o Brasil e o mundo capitalista. Por outro lado, vai trazer qualidade de vida aos professores tão sofridos pelo descaso dos governantes em relação à educação.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
sábado, 28 de novembro de 2015
Conversa com Edgar Morin
No presente debate pedagógico
vamos tentar entender os sete saberes do educador francês Edgar Morin sob a
perspectiva do século XXI. O intuito é compreender os desafios do ensino
básico, nestes tempos de globalização e desagregação planetária.
As
cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão. A escola sempre tratou o erro como diagnóstico negativo.
Ora, para se chegar a um resultado correto é necessário errar inúmeras vezes
até chegar a um resultado convincente, correndo riscos ilusórios. Diz o ditado
popular: “Quem não arrisca não petisca”. Em pleno século XXI, com todos os
avanços científicos e tecnológicos, os professores não aprenderam ainda a
conviver com os erros dos alunos. Numa avaliação escolar, por mais que o aluno
se aproxime do resultado, se não chega à resposta do gabarito, o risco vermelho
elimina a questão. As tentativas, no caso, não valem nada? A escola foi
formatada para não aceitar os erros, herança dos fundamentos cartesianos que
foram absorvidos pela educação no século XX.
Outro ponto importante trata-se dos
princípios dos conhecimentos pertinentes. A educação fragmentou os conhecimentos na ilusão de compreender
melhor por unidades. Na escola os conhecimentos foram divididos em disciplinas:
para cada disciplina existe um livro. O mais nefasto dessa fragmentação são as
disciplinas, que não interagirem dialeticamente. Os educandos, ao concluírem o
ensino médio, carecem de uma visão de totalidade. Por isso muitos deles têm
dificuldade em analisar um contexto social nos diversos aspectos, ou seja,
econômico, político, cultural...
Ensinar a condição humana: o respeito pelo outro é vital para vivermos
em paz conosco mesmos e com outros semelhantes. O trabalho colegiado é mais
produtivo. O ser humano [biológico, psíquico, afetivo, social e racional] está
inserido num contexto societário nas mais variadas concepções [histórico,
econômico, sociológico e religioso]. Neste contexto, nem sempre têm sido
favoráveis aos profissionais da educação. No Brasil a educação ainda não é uma
prioridade do governo. E quando o grupo não se afina, o trabalho se torna mais
espinhoso dentro da escola.
Ensinar a identidade terrena: a Terra-Pátria é o habitat de todos os
seres vivos. Os educadores são intimados a discutir em sala de aula os
problemas atuais que agridem o planeta. Por sermos “racionais” temos
responsabilidades com os outros moradores. Por atitudes erradas, muitas
espécies foram extintas e outras se encontram ameaçadas; omitir-se perante
estes fatos é um ato de covardia. A ecologia permeia todas as disciplinas do
saber. Os efeitos das agressões são visíveis e sentidas pelas mais diversas
comunidades espalhadas pelo mundo. As barragens da mineradora SAMARCO
romperam-se, deixando para trás rastros de destruição, matando pessoas, a fauna
e a flora. O rio Doce era uma fonte de sustento para muito ribeirinhos nas
Minas Gerais.
Enfrentar as incertezas: a nossa vivência terrena é ínfima diante da
grandiosidade do universo. As incertezas nos incomodam, pois não temos
respostas para as nossas angustias existenciais. Eis os questionamentos que nos
acompanham ao longo do tempo: quem sou eu? de onde vim? Para onde vou? A
filosofia tenta respondê-los; no entanto, as respostas não saciam a fome das
incertezas da vida terrena.
Ensinar a compreensão: tal atitude nos humaniza, em particular o
perdão. A aceitação do outro com seus defeitos e qualidades é um exercício
diário. A intolerância nos dias atuais tem provocado tantas guerras, atentados
terroristas, crimes os mais diversos, quando por um simples diálogo poderia se
evitar uma morte. O poder é efêmero, estamos na Terra-Pátria de passagem. A
ética do gênero humano: nos dias atuais esta palavra vulgarizou-se na boca dos
políticos, demagogos e oportunistas. A realidade circundante é outra: todos os
dias a mídia anuncia um escândalo de corrupção na política: os mesmos que
estufavam o peito para falar de ética.
A ética se tornou para alguns um instrumento para chegar ao poder,
enganando o povo. Para entrar nos esquemas do Congresso Nacional se criou uma
palavra mágica: “Abre-te sésamo”, a saber: só o acessa quem compactua com os
desmandos de corrupção. O cidadão, nesse lamaçal, fica sem perspectivas de
avaliação, enquadram-se todos os políticos numa vala comum. Ainda temos,
contudo, políticos sérios. O que é a antropo-ética? Algo muito simples de ser
entendido e vivenciado diariamente nas escolas. “Não faça aos outros o que não deseja que lhe façam!" É esta a
essência do que discorre Morin em sua interessante obra.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Mente vazia, oficina do diabo
As pessoas regozijam-se, de modo geral, no final de cada ano por mais um
ano vivido. A vida é uma grande dádiva da natureza: viver com saúde, percebendo
mensalmente o fruto do seu trabalho ($) com dignidade, de bem consigo mesmo e
com a vida social; é bom demais. Esses momentos de prazer poderiam chamar de
Felicidade (?). As viagens dantescas às quais fomos designados a trilhar
[purgatório – inferno], não por opção, mas por imposição do sistema, são
recompensadas pelas alegrias do paraíso, embora sejam ínfimos esses momentos,
vale contudo a pena de serem aproveitados. No atual contexto de vida a
prerrogativa é o mais velho morrer primeiro; no atual contexto societário é
coisa do imaginário popular, hoje basta nascer para morrer prematuramente. A
violência tem levado tantos jovens na flor da idade a óbito por motivos banais,
encantamentos de falsa felicidade advinda pelo consumo das drogas. A sociedade
brasileira vive uma epidemia causada pelo consumo do CRACK, barato e de fácil aquisição,
que mata os mais vulneráveis racial e economicamente. As classes mais abastadas
não estão imunes à praga das drogas, porém possuem condições financeiras para
se internar em clínicas de reabilitação. Ao pobre só o abandono das ruas, na
melhor das hipóteses; na pior, torna-se alvo de chacinas. As drogas mais
sofisticadas como a cocaína, ecstasy, LSD, heroína e outras, os ricos consomem
nas baladas noturnas. O próprio álcool, por ser uma droga lícita, penetra nos
lares com mais facilidade. Quando o indivíduo cuida, é tarde, se torna mais um
dependente químico. As escolas públicas e religiosas do passado são bastante
criticadas hoje por alguns educadores modernos, por terem sido autoritárias,
'alienantes', elitistas e manter uma relação vertical, professor-aluno; porém
estavam imunes das drogas e de seu poder destruidor. As escolas de outrora
sabiam preencher o tempo livre dos alunos com tarefas, esporte, lazer, cultura,
religiosidade, família, convivência... Quem foi aluno marista sabe muito bem os
momentos de alegria e jamais esquecidos. A atual Educação Pública no Brasil é
uma grande falácia, alimentada por uma propaganda midiática paga pelo governo.
Os índices estatísticos incriminam a nossa 'pátria educadora', os números não
mentem. Ter sucesso na vida é cursar uma faculdade e, por conta dessa “corrida
ao ouro de tolo”, os cursos profissionalizantes ficam em segundo plano. O ENEM
reforça essa ideia segundo a qual para se dar bem na vida é preciso cursar um
curso de nível superior; entretanto, por que não um curso técnico? Uma histeria
nacional o exame do ENEM, nada contra, mas é preciso investir nos cursos
profissionalizantes. Nem todos querem cursar o ensino superior, mas
profissionalizar-se e entrar logo e firme no mercado de trabalho. Um bom técnico
hoje numa empresa estatal, como a Petrobras, ganha melhor do que muito
universitário. Hoje a educação leiga tornou-se uma negociata: os colégios
particulares não estão preocupados em preparar cidadãos, mas robotizar os
alunos para responderem alternativas nas provas dos vestibulares. A educação
caminha na contramão do desenvolvimento sustentável. A tão sonhada felicidade
que todos correm atrás fica restrita a uma minoria, ficando a maioria
marginalizada, à mercê do destino dantesco, sem poderem usufruir do paraíso edênico
que pertence a todos os mortais. A temporalidade terrena é um lampejo, passa
tão rápido; só percebemos quando olhamos no espelho e vemos a quantidade de
cabelos brancos na cabeça. Uma reflexão se faz presente: mais um ano se passou
e o que eu fiz de concreto para tornar o mundo mais acolhedor? Enquanto as
famílias, escolas e sociedade não preencherem esse vazio existencial dos
jovens, vamos continuar derramando lágrimas por entes queridos que se foram
antes do tempo; aos mais velhos, apenas a difícil missão de enterrar os jovens.
As famílias totalmente desestruturadas não CUIDAM do maior patrimônio de suas
vidas: a Juventude. Os jovens entregues ao mundo de “mão beijada”, já que o
mundo lá fora é uma 'casa de terror'. A escola é teoricamente acolhedora; é bom
frisar, porém, que a instituição de ensino não é pai nem mãe, os objetivos da
escola deságuam na aprendizagem cidadã. A escola desaparelhada, sozinha não
consegue EDUCAR, é necessária a presença dos pais e da sociedade nessa difícil
missão de ensinar na contemporaneidade.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
"Eu vou explodir o governo!"
Na minha concepção política o PT não foi formatado para governar, mas para ser oposição. Insisto nesta tese, pois os fatos históricos são contundentes em prová-la.
Todos os governos do PT foram desastrosos em não atender aos anseios do Povo, com raras exceções. No poder o PT perdeu a sua identidade, vejam seu líder maior embriagado, deslumbrado pelos encantos do poder. O Lula não é mais aquela liderança do ABC paulista, juntamente co a cúpula histórica do partido. Os que tiveram juízo [Ética] saíram para trilhar outros caminhos longe dos afagos do poder.
Nas esferas municipal, estadual e federal o PT tem agido com extrema “ignorância política”, se deixou levar pelos partidos fisiologistas. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, todo enrolado nas mais variadas denúncias posa, no entanto, na mídia num papel de “bom moço”. Engessa o governo da presidente Dilma, pondo em risco a governabilidade.
Na atual conjuntura político-econômica o PT tem errado feio e o povo não perdoa, pois o arrocho das contas do governo cai no bolso do trabalhador, que não aguenta mais pagar pelos erros do governo. O povo cansou de ser cobaia para esses economistas neoliberais.
O governo do PT passa pela prova dos nove: se sair ileso dessa é para servir de aprendizagem e, a posteriori, implementar as medidas necessárias para não continuar nesse jogo de tabuleiro com os partidos que existem simplesmente para barganhar cargos e benesses do poder.
Na presente crise econômica, quem tem lucrado sem sombra de dúvidas são os bancos, que têm tirado o couro do cidadão com água quente, esfolando-o vivo. Os exportadores também têm sido beneficiados, bom para a balança comercial do Brasil.
A oposição tem ensaiado o impeachment como essa medida radical fosse melhorar a situação econômica; vemos nestas atitudes muito oportunismo eleitoreiro. Na verdade, o momento é de coalizão, pelo bem do Brasil.
O momento requer “sacrifícios de todos”; não é justo que só os pobres sejam penalizados por impostos que já sufocam o cidadão. E, pior: o cidadão não vê esses recursos transformados em benefícios sociais.
No nosso caso, além dos problemas econômicos internos, temos os políticos picaretas que tentam de todos os modos prejudicar a condução da economia. Ora, o que está errado é para criticar, mas se aproveitar da situação para tirar vantagens pessoais ou eleitorais, não é saudável para a Democracia.
Na crise econômica mundial os países mais sofridos são os emergentes, os quais já sofrem sistematicamente as agressões do capital especulativo.
O presidente da Câmara dos deputados já não tem mais moral mais para presidir essa Casa, enrolado até o pescoço em denúncias; apresenta-se, contudo, na mídia com cara de bom moço. Num país sério este indivíduo já estaria no xilindró e teria sido repatriado tudo o que recebeu de ilegal no decorrer da sua vida política. Mas é 'Brazil'.
O momento é de União pelo bem do Brasil. As diferenças políticas acontecerão no próximo ano (2016), e o Povo é livre para decidir quem presidirá os destinos do País por mais quatro anos.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
A carga tributária no Brasil é inaceitável
A atual conjuntura político-econômica no Brasil não vai bem das pernas . O momento das vacas gordas não foi visto com bons olhos. O governo petista desperdiçou e abusou do boom; e agora que a situação econômica se inverteu, sacrifica o povo com mais carga tributária.
O cidadão não aguenta mais pagar tantos impostos, seja direto ou indireto; fosse apenas o IR seria bom, mas as taxas são cobradas em todas as instâncias dos poderes municipal, estadual e federal.
Para tapar o rombo o governo federal ressuscitou a CID dos combustíveis, tentou a CPMF (popularmente chamada de imposto do cheque) e agora o ministro Joaquim Levy deseja aumentar a alíquota do imposto de renda de 27 para 35%.
O brasileiro tem verdadeira ojeriza por impostos, pois não vê os serviços sociais serem realizados a contento. O que presenciamos são muitas mordomias dos políticos eleitos, corrupção e dinheiro público esvaindo pelo ralo.
As soluções para tapar o rombo das contas do governo tem solução, sem que seja necessário mexer no bolso do trabalhador. O Estado brasileiro é laico, de acordo com a CF:
Art. 19.
É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I- estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.
Então se faz necessário questionar o seguinte:
Por que as igrejas e partidos políticos possuem imunidade tributária?
De imediato se percebe que o Estado brasileiro passa por um processo de laicização. Não é justo que todos os cidadãos paguem impostos e os bispos e pastores não assumam também o seu papel de contribuinte.E todos sabem que muitos pastores evangélicos já foram pegos com a mão na massa, transportando milhões em vans e helicópteros; e justificaram que se tratava apenas de simplórios dízimos dos fiéis. Vale ressaltar que muitos usam as igrejas para lavar dinheiro público. A bancada dos evangélicos no Congresso Nacional é forte; por isso essas questões de taxação de impostos para as igrejas (seja católica ou evangélica) não passa por discussões. Torna-se assim um grande tabu, como também taxar as grandes fortunas.
A legalidade da não cobrança de impostos é referendado pela CF.
Art. 150.
Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
VI- instituir impostos sobre: (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993):
a)patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;
b)templos de qualquer culto;
c)patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.
O governo também tem, pois, que fazer o seu dever de casa, a saber: cortar custos excessivos da supermáquina administrativa. Para acomodar aliados políticos criaram vários ministérios sem necessidade operativa. Os apadrinhados do PT lotam os órgãos federais sem fazerem nada, apenas para defender os desmandos do governo. Enquanto o governo não fizer a sua parte, fica difícil o cidadão acreditar nesse pedido da presidente Dilma Roussef para apertar o cinto; se o cidadão apertar ainda mais vai torar pelo meio.
Todos sabemos que o cenário internacional não é favorável para o Brasil, mas não é desculpa para a criação de mais impostos. O governo errou, não fez os ajustes no momento certo por conta das eleições (2014). Não é justo agora sacrificar os projetos sociais e o bolso daqueles que não têm mais condições de cooperar com o governo.
O governo do PT precisa levantar aquelas bandeiras que defendia antes de chegar ao poder; ou o PT faz as reformas necessárias ou então o Povo fará no próximo ano (2016) pela via democrática ou, na pior das hipóteses, sob duro golpe na Democracia.
Fonte da imagem: https://blogdoonyx.wordpress.com/2012/10/09/brasil-e-o-pais-do-abuso-na-cobranca-de-impostos-reformatributaria.






