Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

Meio Ambiente

Política

Ciência


sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Fantasma da Escola Gabriel Epifânio dos Reis




No Município de Icapuí a Secretaria de Educação foi dada ao PC do B, politicamente não se entende como um partido nanico, despreparado, (vejam como aconteceu à seleção dos professores Municipais), foi incumbido para assumir tal missão frente à Secretaria de Educação, e se diga que por essa Secretaria Icapuí ganhou o prêmio do UNICEF. O candidato a deputado Estadual do PC do B tirou uma votação ínfima no Município de Icapuí, aliás, essa é a votação do PC do B no Município; foi o agradecimento que fizeram ao deputado do PT que montou uma estrutura na área de Melancias e demais Comunidades para não haver concorrência ao comunista, a gratidão todos já conhecem.  O que se tem observado são perseguições aos funcionários que dizem o que pensa. E os que votaram de modo diferente foram convidados a sair sem nenhum direito, e os concursados mandados para longe da escola na qual foi concursado. São ações autoritárias stalinistas e siberianas que o PC do B de Icapuí carrega nas suas entranhas podres. O Secretario de Educação de Icapuí colocado pelo PC do B se presta a ser uma marionete nas mãos dos comunistas. Um cidadão de histórico limpo como o atual Secretario de Educação, se prestar a um papel desses, só muita necessidade financeira, ou muita vaidade pessoal.
Deliberadamente tentam queimar o nome do atual prefeito em um ano de eleições Municipais com essas atitudes arbitrárias, no fundo o PC do B não está preocupado com a gestão do PT, não é do seu partido e ainda por cima desejam chegar à prefeitura, pouco importa se o atual prefeito se der bem administrativamente. O PC do B tem suas ambições políticas, como diz Maquiavel: “os fins justificam os meios”. 
O atual vereador do PC do B de ficha limpa, crítico e ético, agora que chegou ao poder esqueceu a ética ao permitir que Dom Quixote persiga as pessoas de bem, os que têm história política em Icapuí, história educacional, os filhos de Icapuí a mercê desse mercenário de plantão, é o fim da gestão se o atual prefeito não tomar medidas radicais. Há muito tempo o atual vereador do PC do B pisa na bola, com seus posicionamentos demagógicos: espalhou na cidade que era candidato a prefeito, depois na calada da noite desistiu em troca da Secretaria de Educação, tentou através do AI - 2 (Ato Institucional) tirar do povo o direito de escolher seu candidato a prefeito, queria que a escolha se desse na Câmara Municipal, mas a justiça foi sábia e não acatou a reivindicação do PC do B. Inventaram uma estrada de Jaguaruana a Icapuí para criar um fato político e a loucura não contaminou os Cidadãos de Icapuí.
Na administração do irmão Edilson as críticas do nobre vereador eram acirradas e agora é só silêncio sepulcral, cadê às críticas agora, tudo corre as mil maravilhas na atual administração (?), é a teta, por isso que não criticam. Não sou de apostas, mas é difícil desse rapaz se eleger de novo a vereador, e como ex-aluno é uma decepção.
Dom Quixote agora gestor da Educação e Presidente do Sindicato, como pode conciliar duas forças antagônicas dentro da visão marxista (?). Quem sai perdendo é o trabalhador que agora não tem mais representante da categoria.
Dom Quixote é representante da APEOC na escola Gabriel, foi a Fortaleza com a cúpula da gestão para votar contra a continuidade da greve, não se faz mais comunistas como antigamente; se renderam ao capital.
O professor Municipal é cobrado para chegar na hora, se faltar vem o desconto, no entanto O Fantasma da Escola Gabriel chega na hora que quer, sai quando quer e vem quando quer, quando questionado tem uma resposta de efeito, elegi o diretor, agora vou gozar, denuncie...” O fantasma da escola Gabriel reside na floresta de Bangala, precisamente na Caverna da Caveira.
Cobrar dos funcionários sabe muito bem. Dentro da sua casa foram sete anos que entes queridos receberam os proventos da administração do irmão Edilson sem trabalhar, se o povo de Icapuí dependesse de pias e vasos sanitários estariam ferrados, pois nenhum foi feito na Secretaria de Saneamento básico, perseguir as pessoas é fácil quando se tem o poder, porém o poder é efêmero.
O atual Secretario de educação também passou sete anos recebendo sem trabalhar, a desculpa é que o irmão mandou pra casa, se mandou é para pedir afastamento sem remuneração, se quer realmente  ser certo, não vejo moral desses comunistas e do “peitista”.O  Secretario de Educação querer moralizar a educação quando os mesmos não possui ética nem moral.
Quanto ao atual prefeito não vejo maldade da sua parte, tenta acertar e fazer as coisas corretamente peca quando deixa as coisas correrem frouxa. O atual prefeito engessado pelas forças políticas que o elegeram, não pode deixar cair no erro do irmão Edilson Cirilo que se deixou engessar pela família, estamos no ano eleitoral e o prefeito precisa tomar posições de envergadura, pois é seu nome que está em jogo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O circo trapalhão

Era uma vez um circo diferente de todos os circos. O Circo Trapalhão era composto somente por animais. Todos tinham uma função no circo. Nas turnês por onde passava agradava a gregos e troianos, existia uma mágica do circo de encantar os espectadores. O circo blindado às críticas, sucesso para as crianças, jovens e velhos. Casa lotada, as filas se arrastavam como nem cobra pelo chão, quando enchia, os portões se fechavam e o espetáculo começava: hoje tem circo, tem sim senhor! 
O dono do circo era um hamster camarada, apresentava os números que animava a platéia, de uma apresentação para outra o público ia ao delírio.
As pulgas pulavam nos trampolins, andavam na corda bamba e atiradas de um canhão.  Saltos mortais e diziam para o público: não façam o que fazemos, somos profissionais.
Os macacos faziam a alegria da garotada com suas travessuras, no trapézio faziam a platéia gelar.
Os tambores uníssonos entoavam toques de suspense, a foca do ponto mais alto do circo mergulharia numa tina, de repente um silêncio de velório e a foca num vôo livre cai dentro da tina, ufa.
O número do hipopótamo é colocar a cabeça de um espectador dentro da boca, difícil é encontrar alguém que topasse fazer parte da apresentação, de vez em quando aparecia um corajoso ébrio que saia do número ovacionado pela platéia.
O pavão abria suas asas mostrando o colorido das penas, quando os holofotes com seus efeitos focalizavam as asas, aparecia um arco-íris e no final do arco-íris um pote de ouro.
Os tatus-bola se enrolavam feito uma bola e uma criança arremessava a bola, se fosse certeira derrubaria umas garrafas coloridas, as crianças competiam entre si no boliche, cada garrafa derrubada valia um picolé. Os pais não acreditavam de ver seus filhos participando do jogo e acertando as garrafas pet.
A anta pulava em cima de uma tábua e arremessava um barril que ao cair no chão se espedaçava, esparramando no chão bombons de chocolate onde as crianças faziam a festa.
O elefante punha-se de pé com apenas duas patas, sentava-se num tamborete e para roubar assovios de quero mais, ficava pra frente com as duas patas trocando de pernas momentaneamente.
Os leões, o rei dos animais, com seus rugidos faziam a platéia ficar de cabelo em pé de medo, menos os carecas. Os leões entravam e saiam dos arcos em chamas sem precisar de estalo de chicotes. Às vezes a juba de um deles chamuscava, mas o elefante-bombeiro do circo jogava jatos de água para apagar o incidente.
Os coelhos os mágicos do circo, entravam na cartola e aparecia no meio da platéia, o público ficava de queixo caído sem entender como aquilo era possível.
O gato mostrava sua astúcia de como pegar um rato suculento para comer, às vezes o hamster ficava com um sinalizador com medo de não ser confundido com um rato.
Os cavalos e as éguas enfileirados pulavam os obstáculos e numa simetria dançava valsa a moda antiga.
O touro demonstrava sua perícia de abater o toureiro-cão que acenava com uma bandeira vermelha, o cão sempre levava a pior. Várias costelas fraturadas pelas acrobacias mal sucedidas, mas faz parte do ofício.
E todo circo que se preze, não pode faltar os palhaços, no caso os golfinhos com suas acrobacias, mergulhavam no fundo e saiam da água feito um foguete, alcançando uma altura espetacular, trazendo consigo sardinhas fresquinhas, expostas no alto, roubavam do público palmas demoradas, com suas nadadeiras batiam palmas junto com o público. 
A coruja pela sua sabedoria tinha que fechar o espetáculo, jogar para cima o livro mágico de estórias infantis, se o livro caísse aberto à magia do circo continuava se caísse fechado o espetáculo terminava. A platéia numa torcida única gritava: NÃO FECHA..., a magia do circo continuava.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Abrindo a Caixa-preta da Escola Gabriel


Durante minha gestão como diretor das escolas de Redonda, costumava no final de ano fazer uma avaliação com os professores dos pontos positivos e negativos, e planejar o ano vindouro.Sempre em um local que permitisse depois o lazer dos professores. A casa escolhida no caminho de Majorlândia (Aracati) em frente ao AABB, deixava em aberto às críticas e nunca me constrangi, nem perseguia ninguém por ter criticado a minha gestão, quem trabalhou comigo sabe disso. O processo pedagógico é também democrático.
Hoje na escola Gabriel aquelas pessoas críticas na gestão passada, que todo planejamento tumultuava, essas vozes se calaram, agora fazem parte das benesses do poder e não é interessante agora criticar.
A minha personalidade não permite observar as coisas erradas e me calar. Por isso nesse artigo vou abrir a caixa-preta da escola Gabriel e mostrar os desmandos que atual gestão vem fazendo, e procura enganar os órgãos competentes com falácias demagógicas.
Como pode um diretor de escola se dar ao luxo de fazer um curso de direito à noite em Mossoró-RN e dirigir uma escola problemática quanto à aprendizagem e indisciplina (comportamento: uso de celular em sala de aula, aparelhos de som, saídas constantes de sala, inquietação em sala, faltam de respeito com os colegas e professores, gritos e vaias). O turno da noite é o mais preocupante, e, no entanto o diretor não acompanha de perto o andamento das aulas da noite, porque se encontra em Mossoró-RN. Toda noite o transporte escolar chega atrasado, quando não falta, digo veemente que o transporte escolar tem mais faltas do que qualquer professor da escola. No entanto até hoje o diretor não solucionou o problema e diga de passagem que esses atrasos acontecem há anos. Vive trancado na sua casamata (diretoria) alheio aos acontecimentos e aos corredores da escola, onde os alunos estão carentes da presença do Capitão pedagógico. O diretor não é má pessoa, a questão é falta de pulso para com os que precisam de um puxão de orelha, e tratar os profissionais com igualdade, sem discriminação e sem perseguição. A criticidade é salutar ao processo pedagógico.
Quanto aos coordenadores eximo a professora Maria do Rosário Rebouças das minhas críticas, pois a mesma chegou agora e não tomou pé ainda do andamento da escola Gabriel. Porém observo que a mesma tenta se enquadrar no grupo Gestor e sinto certo desconforto em relação à Coordenadora pedagógica Maria do Rosário Rebouças se entrosar no grupo gestor, essa frieza parte do grupo gestor que ainda sente a falta da antiga Coordenadora que saiu da escola para assumir um cargo federal, impressão pessoal. 
A Coordenadora administrativa necessita de mais prática pedagógica, é muita teoria e muita “cobrança”, quando a mesma peca no acompanhamento dos Diretores de Turma que foi para o brejo por falta de acompanhamento. É inconcebível trazer ao local de trabalho criança, no caso a filha.
A Coordenadora de área das Ciências Humanas faz seu trabalho muito bem, acompanha o professor com maestria.
A Secretaria da escola funciona a contento, procuram manter em dia a burocracia da escola. Às vezes chateia as cobranças, mas é necessário manter as coisas em dia.
Os funcionários de limpeza e as cozinheiras trabalham demasiadamente, muitas vezes são esquecidas pelas “novidades” da escola.
Os professores em minha opinião são uma equipe de profissionais competentes, alguns pecam por não inserir nas suas aulas discussões políticas para abrir os olhos da juventude. Por outro lado são medrosos de verem as coisas erradas e ficarem calados, os que estão em estágio probatório e contratados temporários se compreende e se aceita, mas os concursados não se concebem esse silêncio beneditino, quem se cala consente as coisas erradas. No momento todos os professores se rebolam para pagarem suas aulas, parabéns a equipe que trabalha com seriedade e ética.
O laboratório de ciências passou um ano em reforma, depois que concluíram a reforma falta agora os materiais laboratoriais para as experiências. Os professores lotados com 100h. são três, durante esse tempo ficaram ociosos, cabia ao grupo gestor ocupá-los em outras atividades pedagógicas, no caso, reforço escolar com os alunos com dificuldades. Não culpo os professores, mas ao grupo gestor, é um problema de gestão.
O LEI se mantém de pé porque tem um funcionário zeloso, DEDICADO, mantém os computadores funcionando, embora internet lenta, porém não é da sua ossada esse problema. 
A responsável do multi-meio é muito dedicada, faz as coisas funcionarem. No entanto a biblioteca se encontra sucateada, se retirar os livros velhos e didáticos fica pouca coisa para se ler. A responsável precisa controlar os faltosos, os que chegam atrasados e saem quando querem como se fossem reis da cocada preta. Os projetos do multi-meio precisam ser postos em prática. Uma perca irreparável da escola foi o jornal na “Ponta do lápis” que deixou de circular e era um meio de motivar a leitura e manter os alunos atualizados.
O Conselho Escolar não pode ser refém da direção, só aparece na escola quando convocado, nem pode ser um tribunal da inquisição para condenar professores à fogueira. O Conselho Escolar precisa ser presença na escola, avaliar o grupo gestor, os projetos da escola e ajudar os professores na indisciplina dos alunos, na aprendizagem e na defesa dos direitos humanos dos funcionários.
O grêmio morreu e não apareceu ninguém para ressuscitar essa representação dos alunos, todo ano é a mesma coisa, se perde aulas com a campanha e depois que a chapa vencedora assume, desaparece de cena.
Nesse ano foram muitas as atitudes com falta de ética, o abandono do turno da noite, o mais necessitado em termos de aprendizagem e de conduta moral e ética. A droga bateu nas portas da escola, e o grupo gestor faz de conta que a coisa não existe. O Conselho Escolar convocado para intimidar os professores críticos da escola, apenas dois professores foram julgados perante o Santo Ofício. Foi criado o fichário no computador dos professores críticos aos moldes da ditadura militar, tudo é posto na ficha, até uma discussão banal com alunos é registrado para depois condenar o professor, até descontar salário de professores fizeram, passaram por cima do Estatuto dos professores que permite descontos somente no final do ano letivo, até lá o professor tem como recuperar. Até votar contra a continuidade da greve foram a Fortaleza, coisa que nunca tinham feito, de participar das Assembléias, deveriam se tocar que são professores, cargo de gestão é passageiro, o próximo ano estarão em sala de aula e aí qual vai ser a postura desses gestores com seus salários defasados.
Gostaria de saber o porquê dos fatos relevantes que o professor faz na escola não serem divulgados, no caso os Projetos e sua participação nos eventos da escola, professor só lembrado para ser criticado. Na escola não vejo por parte dos professores desunião, acontecem discussões políticas, mas isso é salutar à democracia.
Os gestores deveriam ser um grupo aglutinador dos professores e não primar para desarpartar o grupo deveria postar no blog da escola as coisas positivas do professor, criticar é fácil, difícil é fazer o que o professor faz no dia a dia. Não li nenhum elogio ao professor que organizou uma excursão pedagógica para o Lajedo em Apodi-Rn, sítio arqueológico pré-histórico, foram dois ônibus e tudo correu muito bem, é só consultar os alunos que foram quanto à organização da viagem.
Nesse ano haverá eleições para diretor, se os gestores são tão bons assim farão seu sucessor, coisa que duvido muito.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Análise de Conjuntura da Atual Administração de Icapuí


As pessoas me questionam em Icapuí o porquê de não ter escrito mais em relação à política local, costumo responder que é muito cedo para se fazer uma leitura política radical do atual governo. Mas atrevi a  fazer uma introdução dessa tese política que até as eleições Municipais muitos páginas se juntarão a essa tese, fatos políticos não faltarão e estaremos atentos para relatar os acontecimentos políticos a posteriori farão história na cidade de Icapuí.
 Quanto ao governo Jerônimo Reis, avalio como uma pessoa séria, ética e vontade de fazer as coisas corretamente. As vezes que o procurei fui bem atendido, tomei até café na sua casa. Fui para resolver o corte do meu salário e meu 13º, depois de verificar a ilegalidade do ato praticado pelo Secretario de Educação “paralelo”, recebi integralmente meus vencimentos. Quanto as suas nomeações às Secretarias tem pecado e feio. Discordo de nomeações políticas para cumprir acordos políticos a priori. Um político que começa a sua carreira política no Executivo, precisa nomear pessoas competentes e limpas para exercer o cargo. Uma boa acessória e um time escalado a dedo, é bola na rede.
Se a pretensão de Jerônimo é ir para a reeleição, precisa se credenciar nesses meses que antecedem as eleições. Olhos arregalados para não darem uma rasteira e nomearem na calada da noite outro nome para a disputa Municipal. Nomes rolam do PT de boca em boca, conversa miúda, de todos os nomes que falam sempre o nome de Jerônimo Reis é citado como bom para a reeleição, e até brigam no bom sentido. Às vezes rola o nome apontado e querido pelo cacife político de Icapuí, nome descartado automaticamente pelo povo, o cacife trata ainda Icapuí como curral eleitoral, política feita na República Velha, derrubada pela Revolução de 30.
Até o exato momento se sente na cidade uma efervescência de esperança, que a esperança vença o medo. Aos poucos as coisas têm acontecido timidamente, até porque é muito pouco tempo para resolver todos os problemas de Icapuí.  As nomeações para as Secretarias critico, veemente, pois tem gente em Icapuí com mais competência para assumir as Secretarias.
A Secretaria de Educação foi entregue ao PC do B, um partido nanico em Icapuí que em seus quadros não tem pessoas qualificadas para assumir, vamos ter que agüentar por um bom tempo piadas de humoristas e poesias de Patativa do Assaré, nada contra aos humoristas e a Patativa, porém cultura não se restringe a só isso. 
A Secretaria de Ciência e Tecnologia tinha um Secretario altamente competente, que desde o começo briga para o Município possuir o Cinturão Digital, e nos arranjos políticos dispensaram o rapaz e ressuscitaram um morto vivo politicamente.
Na Secretaria de Saúde já vejo a diferença, a coisa melhorou. As vezes que precisei fui bem atendido, e os remédios não faltam, nem médicos, muito limpo o hospital. O que não foi muito legal foi à briga interna do PT para desestabilizar o ex-Secretario de Saúde, o que acabou derrubando-o. O atual Secretário de Saúde não me atrevo a falar, pois não conheço.
Na Secretaria de Obras pelo que me consta é o mesmo nomeado pelo vereador Cadá, não temos uma obra de vulto a nível Municipal, pouco tempo também. O que tem feito são consertos paliativos nas estradas de Icapuí, o famoso tapa buraco. O ginásio de Icapuí sendo coberto, isso é bom, pois é o único local que aglomera um número de pessoas expressivo.
A atual gestão do PT não firmou ainda em terra firme, é uma Canoa em águas tortuosas, cabe ao atual prefeito colocar seu salva-vidas e se agarrar bem na Canoa Veloz, pois dela pode surgir um Capitão Francesco Schettino,  malfadado, de abandonar a Canoa e deixar a Canoa à deriva.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Escola Gabriel à Revelia da Lei Maior



No meu histórico como educador na Cidade de Icapuí, tive o prazer de implementar muitos projetos e ao mesmo tempo ser diretor das principais Escolas do Município, diga de passagem que quem arquitetou o  curso Científico para o Município de Icapuí foi esse humilde professor. As inscrições para o vestibular da UERN foi esse professor que trouxe para o Município e estimulou os alunos a fazerem o vestibular, coisa antes reservada a poucos Cidadãos de Icapuí. Antes do Curso Científico todos na cidade de Icapuí eram “obrigados” a cursarem o curso pedagógico e serem professores, pois a cidade carecia desses profissionais.
Como diretor escolar sempre me pus no lugar do professor, até porque a passagem de gestor pelo poder é passageira, depois tens que voltar a sala de aula. Na minha vida de gestor nunca procurei complicar a vida do educador, pois sei o quanto é trabalhalhosa. Muitas vezes os pais se estressam apenas com um filho, imagine um professor com 900 alunos passando por suas mãos semanalmente. 
Na escola Gabriel meu salário foi descontado parceladamente em dois meses de  R$ 356,00, totalizando R$ 712,00 reais, faltas que o professor pode recuperar durante o processo escolar. Por tido uma postura crítica na greve a penalidade foi descontar salário. Interessante que na escola muitos faltam por motivos banais e não tem esse castigo, sempre a panela da escola se livra das penalidades impostas daqueles que não estão acostumados com a democracia. 
No ano 2010 foram 48h/a a mais na carga horária desse professor (WP) que não foram computadas na sua carga horária e não pagas. Essas horas foram conquistadas com Projetos e Participação dos eventos na escola e, no entanto ninguém teve a consciência da contar ou pagar. Quando se trata de descontar o negócio é rápido e eficiente.
O professor ganha pouco e depende desse salário para sobreviver, descontar por imposição da CREDE ou da SEDUC por os professores terem feito uma greve, diria que é muita fraqueza do grupo gestor que obedecem cegamente as ordens." Nas escolas lhe ensinam a dura missão, de morrer pela pátria e viver sem razão".
De todos os diretores que passaram pela Escola Gabriel foi a primeira vez que os salários dos professores foram descontados sem nenhum diálogo, sem aviso prévio.
O mais curioso é que nem todos os professores sofreram essas medidas punitivas, só os mais críticos que passaram pelo purgatório para se render ao sistema autoritário.
Cabe ao professor que sofreu essas penalidades autoritárias cumprirem sua carga horária e parar, se faltam mais aulas para a recuperação cabe ao grupo gestor irem para sala de aula, pois  foi descontado e o professor depois de cumprido sua carga horária  não tem obrigação de ministrar horas extras, até porque para receber essas aulas é uma via-sacra, para descontar o negócio é rápido, para pagar é uma dor de cabeça, pois a demora para pagar é lenta, quando se paga.
Aos técnicos da CREDE deveriam consultar os professores a esses descontos exorbitantes, parece que esses tecnocratas têm o prazer de descontar e prejudicar o professor, não vou nomear os nomes para não faltar com a ética profissional.
Quanto ao diretor da CREDE precisa ser mais presença na educação, menos política e mais educação, visitar as escolas e conversar com os professores, os gestores não são donos da verdade.
Essas atitudes arbitrárias não motivam o professor, o profissional ganha tão pouco e depende desse salário para sobreviver e aparece um Hobin Hood às avessas para “tirar” do professor. Nessa linha de trabalho não se constrói uma educação de qualidade.
E fica minha indagação política, quem acompanha as faltas do grupo gestor?
   
←  Anterior Proxima  → Inicio

Folha de S.Paulo - Educação - Principal

Folha de S.Paulo - Poder - Principal

Site da PMI

Seguidores

Total de visualizações

Visitas

free counters

Tempo em Icapuí

Data